terça-feira, abril 03, 2007

III Festival Internacional de Tunas de Condeixa

Sábado, 3 de Abril de 2007. A mais mítica prova do campeonato de Lambretas iria começar. Perante uma multidão expectante, começam a surgir no D. Fernando as primeiras equipas que iriam ser postas á prova da mais dura prova do campeonato inter-regional de Lambretas. Eram 11:00 locais.
O excelentíssimo júri era constituído pela Irmandade do Anel: Lemmon, Comuna, Variações e Castanholas. O júri faz a sua primeira intervenção à imprensa: “Exmos. Srs. Jornalistas, com especial apreço pela Rádio Tuna… a Irmandade do Anel é incorruptível. Terão sempre de homologar a qualidade da Lambreta através de testes de qualidade da mesma. O júri rejeita qualquer tipo de suborno (mas podem sempre tentar) e qualquer tipo de insubordinação perante as decisões do júri poderão levar a coimas pesadas, como por exemplo a confiscação de Lambretas.”
As equipas apresentam-se:
Equipa 1: SAPEC (Sociedade Anónima de Polidores de Entrada de Café, ou, Sempre a Abrir Perde e Chora), constituída pelos seguintes elementos: Tirs, Pakito, Kunhado e Rôto. Esta equipa seria uma das fortes promessas para a conquista do troféu, para isso apostava na sua moto Guia com um motor FAMEL (Fodasse a Moto É Linda!!!)
Equipa 2: BÉÉBO constituída por: Klone Mcrae, Xouço da Vila e Tó Bé Baía. Apresentaram uma moto de última geração: Timbre 911 Turbo.
Equipa 3: FullBox Team, constituída pelos elementos: Passos, Poborsky; Karas.
Equipa 4: Tareko, Pigalle, Estragado. Esta equipa não foi autorizada a participar pelo júri pelas razões na qual descrevemos: Equipa sem Play Fair e sem How Know.
E por último a mais aguardada, não só por apenas apresentar um único patrocinador, mas também por patrocinar a equipa da SAPEC: DINIS MACIEIRA RACING TEAM (DMRT). Pilotos: Dinis Rossi e Nuno Costa (adquirido na Mealhada por 1400 contos)
Esta equipa surge com 3 roullotes. Na 1.ª um dispositivo de segurança com o Sargento Pimentel e o Comissário Azevedo. Na 2ª Roulotte seguiam a assistência técnica com Raquel, Luísa, Joana e Teresa (famosas bailarinas do clube HIV que seriam para satisfazer os amigos) e com uma divisão em peladour que tem o dispositivo polivalente e inteligente iam a Rute, Maria, Isabel e Ana (assistentes particulares do piloto Dinis Rossi). Na 3.ª roulotte seguia o dispositivo de mecânica chefiado pelo famosíssimo chefe de oficina Stick La Pice. Ainda faz parte desta comitiva o dispositivo aéreo Feobranquinho One, pilotado pelo comandante Farnel e o sargento Lanche.
Após todas as rectificações dos motores, deu-se o início da prova em direcção a Condeixa com a primeira paragem no Porto para entrar em prova as equipas de Produção: Cabrões: Carlinhos da Sé, Baião, Esfregoina e Gaitas; Atlético da Bagaceira: Slash, Camaleão e Vaseiro. Estas equipas contavam com o patrocínio da Universidade Lusófona. Durante a prova a equipa SAPEC mostrou que não estava na estrada para facilitar a vida a ninguém e acusa a equipa DMRT de não ter carta de reboque, por isso as roulottes são ilegais e que não precisam de roulottes porque são uma equipa bem organizada e não poluem o ambiente.
E sem muita demora a DMRT emite um comunicado onde diz: “A DMRT é uma equipa experiente, está habituada a alta competição e não aceita provocações nem provoca ninguém durante a competição”.
Antes de chegar á chegada á meta da primeira prova especial, as equipas consagradas desferem um ataque cerrado ao combustível das equipas de Produção. O melhor tempo foi obtido pelo Tuno Poborsky. Com um tempo de 3 minutos, “arruma” com as equipas de produção a cantar ao desafio. Salienta-se o aviso prévio do Tuno quando perguntou: Como é? Queres devagar ou a bombar?” Não podemos dizer que houve falta de Play Fair!!!
Chegados à Mealhada já a SAPEC tinha sequestrado o Feobranquinho One da DMRT, onde ficaram com todas as assistentes. Sempre a considerar!!!
Depois de alinhar as direcções com umas imperiais e umas sandes de leitão, dá-se inicio à segunda etapa: Condeixa.
Após uma árdua prova entre, vinho tinto, cerveja, abafadinho e um bom jantar a Organização autoriza uma pausa de algumas horas para preparação da prova nocturna. Entre o intervalo autorizado pela Irmandade do Anel, a Tuna entra em palco com o fabulástico número de magia do Tó Bé Copperfield, onde num só gesto faz aparecer a nossa mui nobre Tuna Académica. Seguiram-se as fantásticas actuações de: Fado de Engenharia, Canção de Embalar, Contigo Aprendi, Concerto em Ré Menor, Como Fué e Académica. No final da actuação e enquanto não saíam os resultados, as equipas concorrentes afinavam os motores para a viagem de regresso com os mais sofisticados óleos para os motores.
Eis o resultado: Melhor Pandeireta, Melhor Porta-Estandarte; Melhor Passa Calhas; TUNA MAIS TUNA! Depois desta brilhante actuação as equipas voltam á competição. E na primeira paragem, na viagem de regresso, na Mealhada algumas equipas queixam-se de problemas técnicos e começam a ter problemas de direcção, bem como má escolha na opção dos pneus. Após resolvidas os problemas técnicos, surge algum nevoeiro e problemas na iluminação dos veículos e começam alguns descansos estratégicos, mas uma equipa resiste: BÉÉBO. Klone Mcrae, Tó Bé Baía e Xouço da Vila surgem com boa visibilidade na estrada e começam a recuperar terreno relativamente à equipa SAPEC, mas um elemento resistia da equipa SAPEC: Kunhado. Este piloto sozinho enfrenta os 3 elementos da equipa Béébo com pormenores de condução nocturna, que apenas está ao nível dos melhores pilotos mundiais.
A chegada a Famalicão deu-se pelas 05:00 onde a dúvida reside: Quem venceu? SAPEC ou BÉEBO? A Irmandade do Anel marcou uma conferência de imprensa para anunciar o vencedor e até ao fecho desta edição… não há vencidos. Apenas vencedores! PARABÉNS TUNA!!!!