É Natal, É Natal!!!
Cerca de 2 bilhões de pessoas comemoram o Natal. Um terço da humanidade! Mas durante muito tempo, a data nada teve a ver com o nascimento de Jesus. Era o dia de comemoração da Saturnália, festa pagã que marcava o solstício de inverno no Hemisfério Norte (dia mais curto do ano no Hemisfério Norte, isto é, começo do inverno lá naquele Hemisfério, que cai no dia 22 ou 23 de dezembro).Diferente da morte e ressurreição de Cristo, que coincidem com a Páscoa judaica, até hoje não há indicações precisas a respeito do nascimento do Menino Jesus. Só no ano de 336 houve um acordo a respeito de seu aniversário. O responsável foi o Papa Júlio I, que tomou emprestada uma data próxima à da Saturnália e definiu quando devemos comemorar o Natal: de 24 para 25 de dezembro.
São muitos os símbolos natalinos. Antes mesmo de chegar dezembro, eles já começam a invadir ruas, lojas, residências, escolas, a TV, a internet... E cada um desses símbolos tem uma tradição diferente, que acaba se espalhando por várias partes do mundo. O pinheirinho, por exemplo, vem da cultura germânica. O costume de enfeitar essa árvore no Natal foi difundido por protestantes na época da Reforma de Martinho Lutero, no século XVI (dezesseis, em algarismos romanos).O próprio nascimento do Menino Jesus já aconteceu e não acontecerá denovo. Nós celebramos a recordação deste dia. Jesus pediu que amássemos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos e não citou uma data para isso. Então podemos supor que Ele quer que façamos isso todos os dias.
Isso sim, ao meu ver, é o Verdadeiro Espírito Natalino: “Amar a Deus sobre todas as coisas e aos nossos semelhantes, (e a tudo o que Deus criou), como a nós mesmos durante todos os dias de nossas vidas.”



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